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	<title>Revista Catorze</title>
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	<description>Jornalismo Cultural com a sua cara</description>
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		<title>Clipe novo de Lucas Santtana</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 06:15:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Catorze</dc:creator>
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		<category><![CDATA[O cantor baiano Lucas Santtana soltou na rede seu novo clipe novo de Lucas Santtana“Para Onde Irá Essa Noite?”]]></category>
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		<description><![CDATA[O cantor baiano soltou na rede o clipe da música “Para Onde Irá Essa Noite?”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fclipe-novo-de-lucas-santtana&amp;text=Clipe%20novo%20de%20Lucas%20Santtana&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fclipe-novo-de-lucas-santtana" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lucas-santtana-clpe-novo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7705" title="lucas santtana clpe novo" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/lucas-santtana-clpe-novo.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p>O cantor baiano Lucas Santtana soltou na rede seu novo clipe “Para Onde Irá Essa Noite?”. A música faz parte do disco mais recente do artista, “O Deus Que Devasta Mas Também Cura”, lançado pela Diginois Records, em fevereiro deste ano, cuja música homônima já havia ganhado sua versão em <a href="http://revistacatorze.com.br/2012/assista-ao-clipe-o-deus-que-devasta-mas-tambem-cura-de-lucas-santtana" target="_blank">vídeo</a>.</p>
<p><object width="560" height="315" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0hwH8TmiBpg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="560" height="315" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.youtube.com/v/0hwH8TmiBpg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Com direção de Emílio Domingos, o clipe é uma produção da Osmose Filmes, mesma produtora do clipe “<a href="http://www.youtube.com/watch?v=S--11avFoV4&amp;feature=relmfu" target="_blank">Cira, Regina e Nana</a>”, do álbum “Sem Nostalgia”.</p>
<p>Disponibilizado para download gratuito em seu site (<a href="http://www.lucassanttana.com.br/" target="_blank">www.lucassanttana.com.br</a>), o disco “O Deus Que Devasta Mas Também Cura” conta com oito faixas autorais e duas regravações. Participam do álbum diversos músicos, como Curumin, Kassin e Gui Amabis, a banda instrumental Hurtmold, assim como a cantora Céu.</p>
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		<title>A maior lua de nossas vidas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 15:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fa-maior-lua-de-nossas-vidas&amp;text=A%20maior%20lua%20de%20nossas%20vidas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fa-maior-lua-de-nossas-vidas" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/super+lua+1_large.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7699" title="super+lua+1_large" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/super+lua+1_large.jpg" alt="" width="500" height="482" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos logo, te apronta, que hoje é dia de lua. É a maior de todas, dizem. É, grandona mesmo. Não, não, parece que dessa vez é sério, não é papo furado, o cara da Nasa deu a entrevista e disse. Há 18 anos não tem uma lua dessas, vamos lá, te apronta logo, mas coloca uma roupa leve, nada de calça nem sapatos, vamos à praia meu bem, ver a lua nascer e, quem sabe, até se pôr, vou levar o meu melhor vinho, um cabernet souvigon antigo, daquela safra, bem caro, lembra dele? Ah, também vou com um merlot chileno, mais simples e, no caminho, compro um vinho doce, barato, desses que mulher gosta e que dá muita dor de cabeça no outro dia. Não, amor, relaxa, a gente vai de carro naquela praia deserta, lembra? Já arrumei tudo tá? Não vou ficar bêbado, vai dar para eu dirigir, confia em mim tá?  Ah e não se esquece de pegar o violão, a gente pode cantar músicas, ou criar músicas, ou fazer a nossa própria trilha sonora lá, é, isso, botar em prática essas aulas que estamos temos, não esquece viu? Hoje é dia de lua e a lua é dos amantes, não somos amantes? É, eu sei que somos namorados, mas amante é muito mais legal e divertido, tem aquele quê de aventura, aquela coisa misteriosa, não é legal? Não, não meu bem, eu não tenho uma amante, você sabe&#8230; Quer dizer, minha amante é você e sempre foi você, acho que você sabe disso, já conversamos sobre isso. Não, nunca te traí. Tá, tá bom, esquece essa história de amante e te apronta logo que jajá passo aí, vamos passar a noite juntos, eu, você, a praia, o vinho, a lua grande, cheia, 30% mais brilhosa heim, foi o que o cara da NASA disse na TV, eu vi! E quem sabe daí, sei lá, a gente faz aqueles planos para o futuro, ter filho sabe, uma casa na praia, ou no campo, ou na cidade&#8230; Você não quer ter filho? Ahh, não, sem essa, vamos ter um só, pode ser menino ou menina, não importa, pô, ele podia ter essa chatice racional tua, misturado com o meu coração meloso, ele seria imbatível, conquistaria o coração de todos com essa mistura, e também, sei lá, podíamos ter um cachorrinho pra fazer companhia, porque filho único é muito solitário&#8230; tá, tá bom, to sonhando demais&#8230; é que, sabe, gosto de você né e não consigo me imaginar no futuro com outra pessoa. Tá, ok, beleza, meloso demais, grudento demais, melhor parar senão você enjoa e acaba sem querer ir pra praia comigo, sem filhos e sem casa no campo. Drama? Não, não é drama, você que sempre&#8230; Aff, ok, esquece. Esquece, desculpa. Vai, te arruma logo heim e nada de calça, nem sapato. Em 10 minutos to aí e não esquece o violão. Te prepara, que vou levar o vinho e a gente vai ver a maior lua de nossas vidas.</p>
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		<title>Os bares da noite de Natal &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:34:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fos-bares-da-noite-de-natal-parte-1&amp;text=Os%20bares%20da%20noite%20de%20Natal%20-%20parte%201&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fos-bares-da-noite-de-natal-parte-1" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: center;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/heineken3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7693" title="heineken3" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/heineken3.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para além das praias, Natal é uma cidade dos bares. Como o cardápio de eventos bacanas é limitado, a noite no fim de semana é feita – como reza o poema – de bar em bar, de mesa em mesa. Já pode se falar num circuito, com uma série de segmentações que sobrevivem seja por conta da programação musical e do público frequentador, ou, simplesmente, porque virou modinha na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Posso dizer que faço parte desse público que transita entre esses estabelecimentos, principalmente nos fins de semana à noite, melhor horário para tomar uma gelada, jogar conversa fora, conhecer gente nova e, enfim, interagir socialmente. Por conta disso decidi listar alguns bares que considero a nível para tal e escrever algumas características sobre eles.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom frisar aos trolls de plantão: isso é sim uma lista que segue, rigorosamente, os preceitos do meu gosto pessoal e da minha observação. Discorda? Comente como alguém civilizado. Vale ressaltar: não frequento bares de Tirol-Petrópolis, são caros e em sua maioria elitistas demais para o meu gosto, raramente vou a Zona Norte, conheço quase nada por lá. Os botecões estão de fora da lista porque, em geral, fecham antes da meia noite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Whiskritório</strong></p>
<div id="attachment_7686" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/396419_227855647304461_222266714530021_460196_2002039344_n.jpg"><img class=" wp-image-7686 " title="396419_227855647304461_222266714530021_460196_2002039344_n" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/396419_227855647304461_222266714530021_460196_2002039344_n.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Bom atendimento é a marca do Whiskritório</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Geral:</strong> Eu e uma amiga batizamos esse bar de ‘o rolé segurança em Natal’. Geralmente está cheio, principalmente em dias de UFC. É um local onde as pessoas circulam, veem e querem ser vistas por alguém. É mais frequentado, depois das 22h, pela galera solteira. Ponto forte: o atendimento. Os garçons são bacanas, tem, em geral, boa vontade. O ruim é a fila na hora de pagar a conta.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estrutura:</strong> A dose de whisky Jack Daniel’s é barata, vale a pena. A estrutura também é boa, com um ambiente fechado que rola uma banda e outro aberto – que agora foi coberto por conta da chuva. Dá pra perceber que, apesar de não terem resolvido o problema da fila na hora de pagar a conta, a galera investe no bem estar do público presente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Público:</strong> Mistura do figurão rock’n’roll clássico, com uns playboys de plantão. Muita mulher bonita. Ultimamente vem sendo invadida por ‘gadelhas juniors’ da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música:</strong> Toca um rock clássico e blues. Sex&#8217;n'Roll, que é uma boa banda de cover, está sempre por lá. Podiam diversificar mais as bandas (não o tipo de som, que está bom) e procurar bons grupos locais com música autoral. Às vezes peca na seleção musical.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hells</strong></p>
<div id="attachment_7687" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/301316_139509099475028_100002478179098_213042_7975294_n.jpg"><img class=" wp-image-7687 " title="301316_139509099475028_100002478179098_213042_7975294_n" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/301316_139509099475028_100002478179098_213042_7975294_n.jpg" alt="" width="576" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">Seleção musical do Hells é a melhor entre os bares</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><strong>Geral:</strong> Lugar legal, antes do Whiskritório era muito frequentado. O público foi indo embora e, atualmente, acho, está num nível bom. Nem muito lotado, nem muito vazio. Principal problema de lá: atendimento. Te atendem com uma má vontade imensa, fora que o preço da cerveja é inflacionado para o nível da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estrutura:</strong> É o inferninho. Pequeno, calourento, como um bom bar rock tem que ser. A parte de fora rola aquela brisa pra matar o calor. Do cardápio, destaque é para a batata chilli cheddar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Público:</strong> Em geral, a galera mais velha do rock, que já tem um bom emprego e que não se importa em pagar R$ 5 na cerveja. E também quem gosta das bandas que rolam por lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música:</strong> Rock e blues. Melhor programação musical da cidade entre os bares. Escolhem muito bem as bandas. Os shows no Hells geralmente são legais. Vale a pena frequentar por isso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seu Diran</strong></p>
<div id="attachment_7692" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/M2S1YYLJU3F1HO1SUVJYLZ4AT1F5PUM4BEU5B1YNCR1LUJMV.jpg"><img class=" wp-image-7692 " title="M2S1YYLJU3F1HO1SUVJYLZ4AT1F5PUM4BEU5B1YNCR1LUJMV" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/M2S1YYLJU3F1HO1SUVJYLZ4AT1F5PUM4BEU5B1YNCR1LUJMV.jpg" alt="" width="576" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">O clima de botecão do Seu Diran</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>Geral:</strong> Único boteco que abro exceção aqui nesta lista. Fica aberto, na sexta, até as 2h. No sábado, até a meia noite. Mesas de sinuca, um DVD com um som legal. É a cerveja mais gelada da cidade. Excelente pra ir com os amigos tomar uma e jogar conversa fora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estrutura:</strong> Em cima de uma farmácia, em Candelária. No cardápio, prefira sempre o ‘boi’, ou a porção de carne de sol: isso se tiver muita fome, porque a porção é para lá de bem servida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Público:</strong> <a href="http://www.oinimigo.com">Hugo Morais</a>, os coroas da sinuca e uns hipsters da moda.<br />
<strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música:</strong> Você escolhe, desde que seu Diran aprove. Não vale axézão e congêneres.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jazzy</strong></p>
<div id="attachment_7688" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/431977_260808737338383_100002277772239_609059_1833085376_n.jpg"><img class=" wp-image-7688 " title="431977_260808737338383_100002277772239_609059_1833085376_n" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/05/431977_260808737338383_100002277772239_609059_1833085376_n.jpg" alt="" width="576" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Comida é o ponto forte do Jazzy</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
</strong><strong>Geral:</strong> É, digamos, um bar mais diverso. O público é mais novo do que nos bares anteriores. As más línguas falam de uma galera modista. O local mudou de dono, acho, três vezes e a proposta atual é legal: toda semana tem uma promoção diferente no cardápio, que é bem variado. A seleção de bandas melhorou muito depois da última mudança de dono. O melhor na relação com o cliente nas mídias sociais. Cerveja nem sempre gelada.</p>
<p><strong>Estrutura:</strong> Parece aquela casa do  bróther, sempre liberada para festas e que, ainda, tem uma mesa de sinuca para fazer a diversão da galera. Podia ser um pouco maior. Enfim, no cardápio aconselho as batatas recheadas e a chilli cheddar também. Lugar bom pra comer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Público</strong>: Galera teen supertendência e novos hipsters em geral, dominam o ambiente. Mas há representantes de praticamente ~todas as tribos~.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Música:</strong> Quando não colocam aqueles DJ’s que tocam pop-porcaria (se você gosta de Lady Gaga problema seu, para mim a música dela é pop-porcaria) &#8211; péssimo hábito dos donos antigos -, tendem a escolher sempre bandas legais.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso. Semana que vem posto mais quatro bares aqui. Gostou? Não? Comenta aí, maluco.</p>
<p style="text-align: justify;">No vídeo, o amigo Jackson Cardoso se aventurando no já famoso <a href="http://bit.ly/IRCj6Z">drink Cowboys From Hell</a> do Whiskritório</p>
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		<title>“Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” tem roteiro fraco, mas boas atuações</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 14:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Feu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios-tem-roteiro-fraco-mas-boas-atuacoes&amp;text=%E2%80%9CEu%20receberia%20as%20piores%20not%C3%ADcias%20dos%20seus%20lindos%20l%C3%A1bios%E2%80%9D%20tem%20roteiro%20fraco%2C%20mas%20boas%20atua%C3%A7%C3%B5es&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Feu-receberia-as-piores-noticias-dos-seus-lindos-labios-tem-roteiro-fraco-mas-boas-atuacoes" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/foto_23.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7673" title="foto_23" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/foto_23.jpg" alt="" width="624" height="416" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">“Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca adaptado do romance do escritor Marçal Aquino, estreou no dia 20 de abril nos cinemas (<a href="http://revistacatorze.com.br/2012/natal-terra-esquecida-do-cinema">nada em Natal ainda, nem previsão</a>). O longa faz do projeto do diretor de adaptação da obra literária. Brant rodou anteriormente “<a href="http://www3.tvcultura.com.br/direcoes/o-amor-segundo-b-schianberg">O Amor Segundo B. Schienberg</a>” com trechos do mesmo livro e que foi exibido como mini série na TV Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">De baixo orçamento, o filme preza mais pela realidade e crueza das cenas do que pelo roteiro em si, que capenga em algumas partes. Não chega a ter o mesmo impacto que a história do livro tem no espectador, mas configura um bom mosaico das idéias do Aquino. Recheado de cenas de nudez, obra, porém, tem um bom trunfo nas mãos: Camila Pitanga.</p>
<p style="text-align: justify;">Há sempre aquela discussão cínica quando uma obra literária é adaptada para o cinema: é melhor o livro ou o filme? Brant, em seu filme, opta sabiamente por não fazer uma cópia livro, mas em, de fato, adaptá-lo ao cortar cenas e trechos inteiros, mudar a relação dos personagens, adicionar partes e tentar fazer cinema. Estratégia que até certo ponto funcionou, mas que foi prejudicada pelo roteiro fraco.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu receberia&#8230;” é um filme de atriz. Camila Pitanga em uma das suas melhores atuações. A Lavínia, personagem central do enredo e responsável por todo o conflito, está tão convincente e interessante que me pergunto: se é uma adaptação literária, não uma cópia do livro, e se Pitanga estava numa atuação tão boa, por que não mudar de vez e deixar o eixo da história e pô-la mãos da ex-prostituta? Talvez more aí o pecado da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">O enredo é sobre Cauby (Gustavo Machado), fotógrafo profissional, que se muda para uma cidade no interior do Pará e se envolve com Lavínia, ex-prostituta e mulher do pastor Ernani (Zé Carlos Machado) uma espécie de líder comunitário na região. Aqui ainda vale a rubrica: Zé Carlos é outro que incorpora o papel e, em cenas com Camila Pitanga, proporciona alguns dos melhores momentos do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">A câmera de Brant leva o espectador a sensação de voyeur que admira a paixão proibida entre Lavínia e Cauby, seus arroubos sentimentais e sexuais, as brigas do casal e que ao mesmo tempo, numa digressão, conta a história da ex-prostituta que foi convertida pelo pastor evangélico. As cenas são compostas e encenadas, na maioria das vezes, com um ritmo e uma harmonia entre os personagens e trazem, ainda, uma espécie de agouro que vai culminar na derrocada de todos eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Se eu for comparar tomate com cebola aqui, cravo: o livro é melhor que o filme.  Isso não significa, porém, que a adaptação não tenha seus méritos: para além da boa atuação de Camila Pitanga, a fotografia do filme, com planos bem compostos, também dão um belo caldo, junto com os conflitos da trama.</p>
<p>Vale o ingresso ou, no caso de Natal, vale o download.</p>
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		<title>Por que não vou a Chico Buarque?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 13:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O motivo  é curto e grosso: porque R$ 380 é muito dinheiro. E nem se fosse por R$ 180, a meia-entrada que infelizmente não tenho mais direito, eu também não iria.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fpor-que-nao-vou-a-chico-buarque&amp;text=Por%20que%20n%C3%A3o%20vou%20a%20Chico%20Buarque%3F&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fpor-que-nao-vou-a-chico-buarque" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: center;" dir="ltr"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/chico-buarque.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7661" title="chico-buarque" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/chico-buarque.jpg" alt="" width="614" height="318" /></a></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">O motivo  é curto e grosso: porque R$ 380 é muito dinheiro. E nem se fosse por R$ 180, a meia-entrada que infelizmente não tenho mais direito, eu também não iria. É muito para passar pouco mais de uma hora ouvindo músicas que provavelmente já tenho no meu computador, ou que posso vê-las serem cantadas por Chico Buarque em qualquer DVD de especiais dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista econômico, do custo-benefício, para mim não vale a pena. Nada aqui de desvalorizar o trabalho de Chico que é um dos maiores compositores brasileiros e também um puta escritor (sim, faço parte do grupinho que gosta da literatura de Chico Buarque), mas uma questão de ordem econômica: pagar mais de R$ 100 em um show, para mim, é um absurdo completo.  Não importa quem seja o cantor.</p>
<p style="text-align: justify;">É óbvio que mora aí uma questão de mercado. E essa questão se movimenta basicamente em dois eixos: um, o fato de Chico Buarque raramente fazer shows, o que valoriza as apresentações ao vivo dele; dois, o fato de haver uma espécie de endeusamento quase místico da figura do artista que, mesmo genial como ele é, não passa de um ser humano de carne e osso como todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu entendo essas coisas de fãs, de blábláblá, do cara ser charmosão e tudo o mais. Tenho uma tendência a acreditar até que muita gente vai ao show mais pela figura dele e pelo o que ele representa, do que pelas músicas em si. Coisa que deixa a situação mais ilógica ainda para mim. Dispensar uma pequena fortuna para simplesmente ver um indivíduo cantar não consegue ser coerente na minha cabeça. E não importa se é Chico Buarque, Bob Dylan, ou &#8211; sei lá &#8211; Leonard Cohen.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom frisar que o preço exorbitante ocorre por culpa da produtora local. No Rio de Janeiro, por exemplo, o ingresso mais barato para um show de Chico Buarque custava R$ 60, um valor que já considero pagável. Enquanto que em Recife o ingresso mais barato estava a R$ 140 e em Natal &#8211; terra dos pseudos novos ricos &#8211; o mais barato sai ao nada palatável valor de R$ 180 &#8211; para mim um abuso.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Vale a comparação, o preço mais barato do ingresso aqui é o <a href="http://acertodecontas.blog.br/cultura/por-que-o-show-de-chico-buarque-no-recife-custa-o-dobro-de-rio-e-sp/">triplo do que é pago no Rio de Janeiro e em São Paulo</a> para assistir ao mesmo show. Justo? Óbvio que não, muito menos lógico. Me pergunto se os custos do show em Natal são o triplo do show no Rio de Janeiro, tendo a acreditar que não. Mas como há pessoas que não se importam com a exploração comercial disso, a produtora abusa no preço e o consumidor de cultura, sobretudo aquele que é liso, mas que também é fã, sai prejudicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Li em algum lugar no twitter: melhor é comprar um Whisky, chamar os amigos, ficar em casa e assistir a um DVD ou BlueRay dele. Serão quase as mesmas músicas. E com as vantagens de ser mais barato, mais confortável e o sujeito ainda não precisaria esperar <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/filas-para-ver-chico-buarque/217901">numa fila imensa para tentar garantir a entrada ao show</a>. Bendita Geni.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ps. A termos de comparação: preço mais barato de Caetano e Maria Gadu em Natal no ano passado: R$ 100. Maria Bethania: R$ 125. Chico: R$ 180. O ingresso mais barato de Chico Buarque custa 44% mais caro do que o da Bethânia. A produção dele é, também, 44% mais cara? (adicionado às 12h21)</em></p>
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		<title>Salão de Artes Visuais de Natal: problemas e protestos</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 17:27:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o fatídico Salão de Artes Visuais de 2010, quando o artista visual e músico Pedro Costa retirou um rosário do ânus, a cidade não sedia mais o evento. São dois anos de absoluta nulidade em um salão que movimenta as artes visuais e a discussão delas em âmbito local, incentiva a produção artística e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fsalao-de-artes-visuais-de-natal-problemas-e-protestos&amp;text=Sal%C3%A3o%20de%20Artes%20Visuais%20de%20Natal%3A%20problemas%20e%20protestos&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fsalao-de-artes-visuais-de-natal-problemas-e-protestos" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: justify;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/59735.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7636" title="59735" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/59735.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Desde o fatídico <a href="http://revistacatorze.com.br/2010/salao-de-artes-visuais-abre-as-portas">Salão de Artes Visuais de 2010</a>, quando o artista visual e músico Pedro Costa retirou um rosário do ânus, a cidade não sedia mais o evento. São dois anos de absoluta nulidade em um salão que movimenta as artes visuais e a discussão delas em âmbito local, incentiva a produção artística e cria uma ponte bacana entre o público e produção.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram anos de desculpas para cá e desculpas para lá, <a href="http://revistacatorze.com.br/2010/calote-no-xiii-salao-de-artes-visuais">polêmicas</a>, protestos e nada. Até que no início de 2012, a Fundação Capitania das Artes divulgou (?) o edital para um novo Salão de Artes Visuais. Os artistas se inscreveram, <a href="http://revistacatorze.com.br/2012/divulgada-a-lista-com-os-selecionados-para-o-14a-salao-de-artes-visuais-de-natal">as obras foram selecionadas </a>e&#8230; Na véspera da abertura, o presidente da entidade, Roberto Lima, anunciou que o <a href="http://tribunadonorte.com.br/noticia/as-aguas-de-marco-da-capitania/214902">Salão estava adiado</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema? Infiltração na sala de exposições da Capitania das Artes. A questão é que nenhum dos artistas selecionados foram avisados pela produção do adiamento. Ficaram sabendo pela imprensa e pelo boca a boca. Pior: não havia, sequer, garantias de que o evento de fato iria ocorrer.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse contexto que um grupo decidiu organizar uma exposição paralela, em protesto, chamada <a href="http://revistacatorze.com.br/2012/deart-prepara-exposicao-natown-narrativas-sobre-o-que-nunca-foi">“Natown – narrativas sobre o que nunca foi”</a> no Departamento de Artes da UFRN.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7637" title="3" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/3-1024x768.jpg" alt="" width="614" height="461" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A exposição conta com artistas selecionados pelo Salão e também com outros interessados em participar do manifesto. Está marcada para começar no dia 18 de abril.</p>
<p style="text-align: justify;">Coincidência ou não, pouco depois de o evento ser divulgado, a Funcarte colocou em seu site que o <a href="http://www.natal.rn.gov.br/funcarte/">Salão de Artes Visuais vai abrir as portas na galeria Xico Santeiro, no Museu da Cultura Popular, no dia 19 de abril</a>. Um dia depois.</p>
<p style="text-align: justify;">A artista Mariana Zulianeli é  uma das organizadoras da exposição paralela. Por email, ela garantiu que a &#8220;Natown&#8221;, mesmo com o Salão confirmado para esta semana, vai acontecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Em curta entrevista, a artista fala sobre o desgastante processo do Salão de Artes Visuais, denuncia que obras foram danificadas e relata o desrespeito da Funcarte com os artistas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; Como foi a ideia de do evento (Natawon)? Quantos artistas participam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A idéia de alguma forma de protesto surgiu desde que a instituição começou a não cumprir tudo o que estava no edital, como por exemplo a inscrição via on line no tempo previsto e a má divulgação do evento, pois nem mesmo os  artistas da cidade tomaram conhecimento em sua maioria. Conversando com alguns colegas, surgiu a idéia de intervir de forma positiva e saudável, com uma exposição. Fechamos um número de 19 pessoas na galeria do Deart, mas alguns outros artistas que tiveram o desejo de se manifestar também farão apresentações de performances e outras intervenções possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; Com relação ao Salão de Artes Visuais, como ficaram sabendo do cancelamento? Houve alguma notificação oficial da Funcarte?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um dia antes, apenas, da abertura da exposição, quando já estava tudo montado, o montador nos ligou informando do cancelamento e marcando a desmontagem, para montarmos em outra galeria. O que também não aconteceu, ao ver que na outra galeria (do museu de cultura popular) não haviam também condições adequadas. A data permaneceu indefinida, assim como o local.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 &#8211; A Funcarte deu algum satisfação a vocês sobre algum outro possível salão de artes visuais ou possível evento<a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Abomination.jpg"><img class="alignright  wp-image-7638" title="Abomination" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Abomination-586x1024.jpg" alt="" width="282" height="491" /></a> para minimizar a perda de tempo de vocês?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não foi cogitada essa opção. Eles ficaram de resolver a questão do local e da data. Mas eu mesma não vi muitas perspectivas de resolução, já que os espaços para expor em Natal não estão em condições. A Pinacoteca fechada para reforma, a galeria do museu de cultura popular é inadequada porque é pequena, insegura e também sofre infiltrações. Faltam espaços. A capitania diz não ter verba nem para pintar uma parede&#8230; Que dirá algo mais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 &#8211; Houve obras danificadas? Quais foram? Quem teve prejuízo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim, há um manuseio errado das obras, visto que não é uma pessoa da área que está a frente da exposição. Aliás, não há nem um funcionário sequer no setor de Artes Visuais da Funcarte que seja da área, com experiência e conhecimento adequado. O meu trabalho consiste de várias fotografias diretamente coladas com fita dupla-face na parede, e as encontrei uma colada em cima da outra, podendo ter sido seriamente danificada. Coisa que não chegou a acontecer porque cheguei a tempo. Mas a obra de Ilkes Rosemir foi danificada, e ele vai expor na &#8220;Natown&#8221; esta mesma obra danificada. Quando ele foi buscar o seu trabalho lhe disseram para consertar e devolver para a exposição. Verdadeira piada!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; Qual a expectativa do grupo de artistas com essa exposição de protesto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos alertar a população a respeito do lugar que a arte tem ocupado na vida da cidade. Lugar este que a população mesma tem destinado com a não valorização da cultura local. Os artistas sentem-se desvalorizados, desrespeitados com os maus pagamentos, as más condições e falta de profissionalismo na área. Os investimentos tem sido muito poucos, e isto não é de hoje. É preciso despertar os olhares para a realidade da cultura local, o que temos feito dela. E achamos que a exposição servirá para este propósito. Denunciar, confrontar e resistir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6 &#8211; Vocês planejam mais alguma ação de protesto quanto ao cancelamento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto temos essas ações em mente. Mas não descartamos outras formas de protesto. Seguiremos nesta postura de confrontar a situação atual e fazer &#8220;acordar&#8221; não só o poder político, mas a população em geral, bem como outros artistas, que muitas vezes tem se acomodado com a situação do cenário artístico natalense, e muitas vezes tem desistido da cidade, partindo para outros estados, e mesmo países,  obtendo sucesso em outros locais mais receptivos a arte.</p>
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		<title>Crônica: Queime depois de ler</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 08:40:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Ribeiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Baseado em fatos reais, bolado sob uma noite neblinada. Um texto de Ramon Ribeiro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fcronica-queime-depois-de-ler&amp;text=Cr%C3%B4nica%3A%20Queime%20depois%20de%20ler&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fcronica-queime-depois-de-ler" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: center;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/livro-do-snoop-dogg.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7614" title="Livro fumÃ¡vel" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/livro-do-snoop-dogg.jpg" alt="" width="576" height="386" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Peraí que eu esqueci o que ia dizer.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma é melhor adiantar algumas coisas ao leitor. Não estou aqui para fazer apologia a uso de nada, muito menos a discutir o que é certo ou errado, assim como entrar em questões jurídicas ou policiais, ou mesmo de saúde pública e bla, bla, bla&#8230; cof cof. Se foder.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrei.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu gostaria de lançar um livro como o do Snoop Dogg. Nunca imaginei dizer isso, mas é verdade. Não estou falando da sua autobiografia, nem do seu romance. Nada dessas merdas. Me refiro a “<a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/livros/snoop-dogg-lanca-livro-que-pode-ser-fumado/n1597736927845.html" target="_blank">Rolling Words – A Smokable Songbook</a>” (“Palavras Enroladas – Um livro de canções fumáveis”, em tradução chapada), sua pérola literária que estará à venda durante o festival Coachella, realizado este mês, nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O livreto é uma obra de arte. Contém canções de vários momentos da carreira do rapper (eca!), impressas com tinta não tóxica, em papel de seda, próprio para fumo (até a capa é feita com materiais derivados da cannabis). Um dos melhores detalhes está na lombada do livro, que vem preparada pra servir de acendedor de fósforos. Um barato, véi!</p>
<p style="text-align: justify;">O detestável dessa publicação, prevejo, é o conteúdo. A produção musical do Snoop é daquelas coisas que o cara odeia mesmo sem conhecer. E o engraçado é que o cara que gosta,  compra o livro, aprende a letra, fuma umas páginas, por fim acaba que esquece tudo, tá ligado!</p>
<p style="text-align: justify;">Esse lance me remete a uma história massa que rolou aqui no Brasil. Na falta de papéis de seda pra mandar aquela brasa, a turma dos Novos Baianos não pestanejou em usar a bíblia pra resolver o problema. As folhas finíssimas do livro funcionaram que é uma beleza e deram àquele calhamaço uma utilidade significativa. Dizem, nunca experimentei, que as páginas do Apocalipse propiciam as melhores viagens. Imagino a lombra!</p>
<p style="text-align: justify;">Situações assim podem acontecer com qualquer um. Afinal, que maconheiro nunca cantou aquela clássica do Planet Hemp?</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ih! Fudeu. Não tem colomy nem papel de pão,<br />
Já tô com o bagulho dixavado na palma da mão,<br />
Não quero saber de mais nada,<br />
Só quero saber&#8230;<br />
Quem tem seda?&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltando pra literatura. Se não fumá-lo antes, um dia eu escrevo um fanzine em papel de seda. Se bem que no mercado não é inédito livros com outras utilidades. Basta passar diante das vitrines de livrarias para perceber que grande parte das obras ali demonstra ter sido pensada primeiramente para limpar a bunda. Ou mesmo fazer bolinha de papel pra jogar na careca do Iberê. Pra decorar a mesa da sala-de-estar ou a estante do quarto. Até mesmo fazer volume na mochila ou ocupar as mãos enquanto se espera alguém. Tanto faz. Livro serve pra muita coisa. Até pra ler, às vezes.</p>
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		<title>Sebo online promove encontro no Parque das Dunas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 14:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe Catorze</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[O “Sebo Desapego” reúne no próximo dia 14 (sábado) seus participantes para confraternizar leituras no Parque das Dunas, às 16h. O sebo é um grupo online do Facebook, que com menos de vinte dias no ar, já conta com mais de 2.600 pessoas compartilhando literaturas. Lá é possível buscar, comprar e trocar livros, revistas, CDs, DVDs e vinis.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fsebo-online-promove-encontro-no-parque-das-dunas&amp;text=Sebo%20online%20promove%20encontro%20no%20Parque%20das%20Dunas&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fsebo-online-promove-encontro-no-parque-das-dunas" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><p style="text-align: center;"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sebo.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7598" title="sebo" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/sebo.jpg" alt="" width="588" height="213" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O “<a href="https://www.facebook.com/groups/sebodesapego/">Sebo Desapego</a>” reúne no próximo dia 14 (sábado) seus participantes para confraternizar leituras no Parque das Dunas, às 16h. O sebo é um grupo online do Facebook, que com menos de vinte dias no ar, já conta com mais de 2.600 pessoas compartilhando literaturas. Lá é possível buscar, comprar e trocar livros, revistas, CDs, DVDs e vinis.</p>
<p style="text-align: justify;">As redes sociais vêm deixando o trivial de lado e inovando frequentemente, prova disso é o sucesso do “Sebo Desapego”, no qual pessoas de diferentes idades e diferentes gostos de leitura divulgam materiais que estavam guardados em suas estantes, praticando o desapego. Compartilhamento é a palavra-chave da era digital e da conectividade, pensando nisso, e reforçando o lado social das mídias sociais, o Sebo Desapego promove o I Encontro dos Desapegados, uma ocasião para aproximar as pessoas e incentivar a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da parte cultural do evento, que também vai contar com sorteio de livros, na oportunidade será organizado um piquenique com a contribuição dos participantes. Diversão, cultura e literatura andando de mãos juntas no on e offline.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Natal, terra esquecida do cinema</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 15:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Farias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Esquecida pelas distribuidoras e subestimada pelos exibidores, Natal faz parte de um vácuo onde boas estreias não chegam e filmes da Xuxa passam meses ocupando a maior parte das salas. Aonde mora o problema?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tw_button" style=""><a href="http://twitter.com/share?url=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fnatal-terra-esquecida-do-cinema&amp;text=Natal%2C%20terra%20esquecida%20do%20cinema&amp;related=&amp;lang=en&amp;count=horizontal&amp;counturl=http%3A%2F%2Frevistacatorze.com.br%2F2012%2Fnatal-terra-esquecida-do-cinema" class="twitter-share-button"  style="width:55px;height:22px;background:transparent url('http://revistacatorze.com.br/wp-content/plugins/wp-tweet-button/tweetn.png') no-repeat  0 0;text-align:left;text-indent:-9999px;display:block;">Tweet</a></div><div id="attachment_7587" class="wp-caption aligncenter" style="width: 650px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/205952290_640.jpg"><img class="size-full wp-image-7587" title="Shame" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/205952290_640.jpg" alt="" width="640" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Shame, um filme foda que provavelmente nunca chegará nos cinemas de Natal</p></div>
<p style="text-align: justify;">Você lê sobre um determinado filme, assiste ao trailer, espera a estreia. O dia chega. Checa se entrou nos cinemas da cidade, nada. Vê comentários sobre ele, lê resenhas em sites ou em jornais fora de Natal, aguarda até a semana seguinte e&#8230; Nada. Aguarda pacientemente mais uma semana, espera que a vontade dos empresários faça que tal filme chegue. A semana vira e você se surpreende: sete salas passando &#8216;<a href="http://omelete.uol.com.br/o-lorax-em-busca-da-trufula-perdida/cinema/o-lorax-em-busca-da-trufula-perdida-critica/">Lorax: em busca da trúfula perdida</a>&#8216; e nenhuma, nenhumazinha, com o filme que quer assistir.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é a frustração de muita gente que gosta de cinema em Natal. Uma sensação de que somos escanteados das estreias de bons filmes, enquanto obras mais &#8216;comerciais&#8217; &#8211; muitas delas infantis &#8211; lotam as salas de cinema. É uma questão que intriga o natalense cinéfilo desde que a cidade passou a ter 14 salas de cinema. Enquanto blockbusters ocupam mais da metade do circuito, a cidade, para ficar nos casos mais recentes, não recebe estreias como “<a href="http://www.cinepop.com.br/filmes/raulseixas_iniciofimemeio.php">Raul, o início, o meio e o fim</a>”, &#8220;<a href="http://www.imdb.com/title/tt1723811/">Shame&#8221;</a> sucesso de crítica no circuito europeu e <a href="http://www.imdb.com/title/tt1720114/">“Heleno”</a>, estrelado por Rodrigo Santoro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitas ocasiões, o filme nunca vai ser exibido nos cinemas daqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que isso acontece? É uma questão apenas de ordem comercial, ou há algo mais entre o céu e a terra que a nossa vã sabedoria poderia supor?</p>
<p style="text-align: justify;">Curioso quanto a isso, disparei perguntas via internet para distribuidora dos filmes (Downtown Filmes, Paramount e Drama Filmes) e também para os exibidores locais (Moviecom e Cinemark) perguntando a razão de a cidade simplesmente ficar de fora do circuito desses filmes. Apenas a Downtown Filmes e o Moviecom me responderam</p>
<p style="text-align: justify;">As respostas revelaram um cabo de guerra entre as duas partes.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o exibidor culpa a distribuidora por não enviar cópias, a distribuidora culpa o exibidor por não demonstrar interesse em exibir esses filmes.</p>
<p style="text-align: justify;">O caso de “Heleno” é emblemático. Sem previsão de estreia em Natal, apesar do sucesso que faz em todo o Brasil, a produção do Moviecom argumentou que ‘poucas cópias’ são disponibilizadas para a nossa região e que o cálculo do envio delas é feita de acordo com fórmulas comerciais auferidos pela própria distribuidora. Segundo eles, o exibidor depende das distribuidoras para montar a programação, eles não podem &#8216;simplesmente escolher&#8217; o que querem passar.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ao contrário do que muitos imaginam, nós exibidores não somos os donos das cópias dos filmes, mas sim as distribuidoras, que de acordo com estudos e fórmulas próprias, decidem o número de cópias que colocarão no mercado Sendo assim, por dependermos das distribuidoras, na maioria das vezes, principalmente com relação a lançamentos, a nossa programação, infelizmente, independe apenas da nossa vontade e expectativa de nossos clientes&#8221;.</p>
</blockquote>
<div id="attachment_7588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 570px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/rodrigo-santoro-em-cena-de-heleno-que-mostra-a-ascencao-e-queda-do-jogador-heleno-de-freitas-1330480552554_560x400.jpg"><img class="size-full wp-image-7588" title="Heleno" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/rodrigo-santoro-em-cena-de-heleno-que-mostra-a-ascencao-e-queda-do-jogador-heleno-de-freitas-1330480552554_560x400.jpg" alt="" width="560" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Heleno, sucesso de crítica e sem previsão de chegar a Natal</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Downtown Filmes (distribuidora de &#8220;Heleno&#8221; e de &#8220;Xingu&#8221;) afirmou ser interesse da distribuidora em disponibilizar filmes no maior número de praças possíveis, mas que a chegada de uma produção em Natal, por exemplo, depende da decisão do exibidor. Note que a resposta foi completamente inversa a dada pela equipe do Moviecom. Segundo a distribuidora, lugares onde o número de salas é limitado – como Natal – os exibidores tendem a priorizar produções com mais apelo comercial como “Jogos Vorazes”, por exemplo enquanto &#8216;esquecem&#8217; outros filmes.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Como distribuídores, nosso interesse é botar nossos filmes no maior número de salas possíveis. No entanto, a decisão final é dos exibidores locais. Nas cidades onde a quantidade de salas é mais restrita (como Natal) aumentam as dificuldades, já que competimos espaço com filmes &#8220;blockbusters&#8221; internacionais como Jogos Vorazes, Furia de Titãs e Vingadores.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">No meio disso tudo está uma parcela significativa do público que acaba prejudicado. Para este público, que quer acompanhar a estreia de bons filmes, só há o caminho do download ilegal do filme na internet, ou a de adquirir a versão pirata da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Há quem argumente sobre uma suposta falta de público em Natal para determinados tipos de filme. Esse justificativa me foi rebatida pelo produtor do Cinecult e das viradas cinematográficas na cidade, Roberto Nunes. Em conversa que tive com ele, o produtor me revelou: apesar do horário péssimo (14h), Natal é a cidade  do Nordeste que registra o maior público nas sessões do cinecult no Cinemark. Isso sem falar no sucesso que eram as viradas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, há um mercado que é pouco explorado.</p>
<div id="attachment_7591" class="wp-caption aligncenter" style="width: 457px"><a href="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FOTO-Cinépolis-Salvador-Norte-447x300.jpg"><img class="size-full wp-image-7591" title="Cinépolis" src="http://revistacatorze.com.br/wp-content/uploads/2012/04/FOTO-Cinépolis-Salvador-Norte-447x300.jpg" alt="" width="447" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Com duas salas e uma proposta de &#39;cinema de luxo&#39;, dificilmente o Cinépolis será a solução para a falta de estreias</p></div>
<p style="text-align: justify;">Uma das esperanças do cinéfilo natalense é com a chegada da rede Cinépolis, no Natal Shopping. As salas estão previstas para serem inauguradas em agosto deste ano. Mas há, no entanto, um detalhe que pouca gente conhece: segundo matéria do Novo Jornal desta terça-feira (10), só haverá duas salas e o Cinépolis vai tentar fazer uma espécie de &#8216;cinema de luxo&#8217; com garçons, poltronas de couro e etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, provavelmente, o exibidor (se este for, de fato, o responsável pelo problema) não terá preocupação em prezar pela qualidade da programação.</p>
<p style="text-align: justify;">O horizonte não é nada bom e não há perspectiva que melhore.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma iniciativa que chegou a ser ventilada por aqui foi a do &#8220;<a href="http://www.mobz.com.br/natal">Mobz</a>&#8220;, que tentava mobilizar espectadores para sensibilizar distribuidora e exibidores para trazer determinados filmes. Mas parece que, infelizmente, a ideia não pegou.</p>
<p style="text-align: justify;">Pressão em distribuidora e exibidores é fundamental, até para provar que há um mercado. Mas tem hora que &#8216;reclamar muito no Twitter&#8217; cansa.</p>
<p style="text-align: justify;">Triste e sem solução. Para quem gosta de cinema aqui em Natal, só resta o <a href="http://cineclubenatal.blogspot.com.br/">Cineclube Natal</a> e o Sétima Arte.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que repito sempre: viva o <a href="http://thepiratebay.se/">Pirate Bay</a>.</p>
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		<title>Cleber</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 10:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beto Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
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		<description><![CDATA[Você lembra do cleber?]]></description>
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