Andruchak para além dos muros

andruchak
Num dia qualquer, nem me lembro quando, andava pela cidade distraída e muito alheia quando fui tomada de assalto por… aquilo. Uma parede imensa e colorida que simplesmente não podia ser ignorada. Em plena BR 101 – na UFRN, no Contemporâneo, na Ribeira, na cidade inteira – pinturas tão insuspeitadas quanto extravagantes. Num canto, a assinatura com um nome um tanto incomum: Andruchak. Foi aí que me peguei pensando “Quem será?”.

Ele, eles, elas. Tantos e tão diversos quanto uma paleta. Em cor, jeito, rosto. Cada um munido de pincel e tinta. A arte de um homem que reverbera. A arte de outros que converge nele: Marcos Andruchak – brasileiro, artista plástico, muralista, educador.

Quando dona Evanilde deu ao filho de três anos canetas coloridas, guache e folhas de papel, certamente não imaginou o quão longe isso ia dar. Professora de desenho, a mãe logo se tornou o ícone do menino que via na arte algo inerente à sua personalidade. Evanilde, por sua vez, quase se desesperava vendo aquele tiquinho de gente desenhando quase tão bem, senão melhor que ela.

A trajetória do pequeno não parou por aí. Artista precoce, Andruchak desenhava para os colegas da escola aos cinco anos, sob as reclamações da professora; aos 12 já se aventurava pela aquarela e aos 17 teve sua obra exposta pela primeira vez. Hoje, com vasta bagagem nas costas, o pintor se vê satisfeito com o estilo que continuamente construiu. Do surrealismo ao geometricismo, é impossível não perceber o autor impresso na obra.

“Descontinuidades, anti-simetria
Persistência ao desigual.
O traço segue a imaginação,
E a busca pelo diferente é contrastante.
Estilo, unicidade, arte!”*

Com muito estudo acumulado, Andruchak resolveu compartilhar o que aprendeu ao longo da vida. Trouxe para Natal o projeto “Arte Brasil”, no qual destaca a função social do artista ao passo que visa envolver o máximo de gente possível no fazer artístico. A idéia deu tão certo que o Ministério da Cultura resolveu exportá-la para outros estados. Os mais recentes murais foram pintados em Salvador, na UFBA (Universidade Federal da Bahia), onde aconteceu o XIII ENEARTE (Encontro Nacional dos Estudantes de Arte).

O “Arte Brasil” reflete outra faceta do muralista: a de educador. Além de professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Andruchak exerce tal função num sentido mais amplo. Atesta a necessidade de se produzir para além dos muros das instituições ou galerias, de levar a arte para as ruas, para o povo, de embelezar a cidade e deixar transbordar o imaginário do que pensa, vê e sente.

*trecho de “Indagações” de Marcos Andruchak

Sobre o Autor

Melina França escreveu 6 materias no catorze.

40 Comments on “Andruchak para além dos muros”

  • Rayanne wrote on 5 outubro, 2009, 9:21

    Parabéns pelo texto, Melina! Mandou muito bem, pena que acabou antes que a gente pudesse saber um pouco mais sobre a arte do cara…

  • Clayton Marinho wrote on 5 outubro, 2009, 11:20

    Vale salientar que a ideia de educador, no caso dele, não existe. Ele é um artista, que tenta ser docente, sem nenhum critério de ensino e, práticas, necessariamente duvidosas, de analise dos trabalhos de seus alunos, mostrando, nitidamente, suas preferências. Quem fala isso é porque não o conhece.
    Apesar de sua ideia do “Arte Brasil” ser boa em essencia, ele restringe apenas à sua própria produção e assinatura. Alguém já viu algum mural desses que não seja um trabalho dele? Por que não abranger e convidar artistas locais, de modo a enriquecer a produção e visibilidade?

  • Diana wrote on 5 outubro, 2009, 20:04

    Saciou muitas das perguntas que eu tinha a respeito desse cara. Só senti falta de mais informações sobre projeto, quem sabe isso poderia ter respondido ao último questionamento do Clayton aí de cima.

  • Simone A. wrote on 5 outubro, 2009, 21:01

    Não sei quem é Clayton Marinho ou se existe. Coloque “Andruchak” no google ou no google imagens e se não conhece ainda, você vai ter uma boa idéia de quem é ele. É o atual Vice-chefe do Departamento de Artes da UFRN. O fato é que Andruchak chegou com um trabalho sério, muito bonito e incomodando alguns que não fazem nada ou que não têm nada a mostrar. Qual é mesmo o projeto deste Clayton que fala mas não faz? Em vez de criticar o projeto de Andruchak que integra qualquer um que queira participar de sua arte, por quê é que não cria seu próprio projeto? Tem espaço para todo mundo minha gente. Mas tem que ser competente! Quanto à questão do “educador”, o Departamento de Artes da UFRN só tem contratado professores de excelência. Perguntem aos alunos dele. Ou pergunte à banca de doutores que o aprovou no concurso da UFRN. Ou talvez aos doutores que aprovaram seu doutorado pela ECA-USP. Ou talvez, perguntem ao Cleyton (Quem?), que com algumas palavras destituiu a capacidade dos professores que aprovaram Andruchak nas bancas lá na USP e agora aqui também. Quando me deparo com mediocriades como o texto do C., fico imaginando o que teria na cabeça de um cara como esse. Parabéns à bela matéria de Melina! Seguramente está diante de um dos ícones que faz história na arte brasileira.
    Simone.

  • Antônio wrote on 5 outubro, 2009, 21:16

    Falem o que quiser, Andruchak é 10. E tem muita coisa na web falando do trabalho dele, é só buscar. Veja alguns links da obra:

    http://acriaturaeaarte.blogspot.com/
    http://www.flickr.com/andruchak
    http://www.fotki.com/andruchak
    http://www.andruchak.com.br

  • Clayton Marinho wrote on 6 outubro, 2009, 10:20

    Dá pra ver q essas pessoas nunca tiveram uma aula com ele… Eu sou aluno do curso de Artes Visuais tbm. Eu não sei o que vc, S. entende por integração, mas se vc quer dizer,ter como unica participação, a pintura, sem nenhuma reflexão do que ele faz, anteriormente ou posteriormente é interagir, vc deveria procurar no dicionario. Quanto aos trabalhos dele, em nenhum momento disse que não eram bons – pelo contrário são muito bonitos, modernistas e interessantes. No entanto, o projeto dele não abriga a possibilidade de “interações”, com as artes do artistas potiguares. Pq não convidar Flavio Freitas para pintar um mural em conjunto?
    Vale salientar que ele chegou aqui com o peso da USP nas costas, o que deslumbrou a todos, inclusive a mim, pela imensa quantidade de experiência a fora. Mas, como artista. Como docente, ele é um fiasco. E, a muito tempo que se duvida das escolhas que o Deart faz de seus professores. O unico realmente professor existente hj é Vicente Vitoriano. O outros são artistas e pesquisadores. No entanto, para quem fala o que diz, é pq nem pertence ou, verdadeiramente, não conhece a UFRN.
    Pode ser que melhore, pode ser que não. A realidade é q ele não é um professor. É apenas um excelente artista. Ter um doutorado não implica em nada, saber ser docente. e nem se veio de onde veio.

  • Claudia Maldonado wrote on 6 outubro, 2009, 18:39

    Sou aluna do 8º período do Curso de Artes Visuais da UFRN e bolsista do Projeto Arte Brasil – Painéis de Andruchak. Além de participar das pinturas murais, estou matriculada nas disciplinas ministrada pelo Prof. Dr. Marcos Andruchak. Suas aulas são muito interessantes e com ensinamentos extrascurriculares que irão servir para minha carreira acadêmica. Ser professor é seguir uma carreira compromissado com valores cívicos, morais e éticos. Aprendi com este mestre. Estou no melhor departamento da Universidade porque faço parte dele e vou tentar contribuir para deixá-lo ainda melhor. A palavra de ordem é ATITUDE! Façamos mais, falemos menos.

  • Darcy wrote on 6 outubro, 2009, 18:48

    Só uma dica… Calúnia e difamação não é crime? Começou falando mal do Andruchak e agora já está falando mal de todo o departamento e da UFRN também… (exeto UM professor, eu sei…) Olha, se isso não for frustração, não sei o que é. Muda de curso oras! Se bem que para falar isso tudo, já deve ter mudado… Sobre reunir outros artistas, tenho a impressão que isso já é “OUTRO” projeto. O de Andruchak é proporcionar a participação de quem tiver interesse num projeto de arte criado e assinado por ele. Ao que vi em algum lugar, acho que foi na TV, que nem precisa ser artista. Participa quem quiser, não é obrigado. Para gente da área me parece uma exelente oportunidade para enriquecer o currículum. Vi também no site http://www.fotki.com/andruchak (indicado acima) que tem o nome dos participantes, inclusive com fotos da galera em plena atividade. Dá até vontade de fazer parte. Alguém sabe quando vai ser o próximo ou como faz para participar?
    Revista Catorze, parabéns pela matéria!!!!

  • Darcy wrote on 6 outubro, 2009, 18:50

    digo, exceto…

  • Josenildo wrote on 7 outubro, 2009, 14:21

    Só sei de uma coisa: Também sou aluno do Curso de Artes Visuais e estou sentindo as mesmas angústias de Clayton.

  • Clayton Marinho wrote on 7 outubro, 2009, 14:49

    Em nenhum momento difamei ou caluniei ninguém. Pelo contrario, não estou julgando o carater de ninguem, apenas a prática docente. Eu disse que existem pesquisadores, artistas e UM professor no Deart. O que tem demais nisso?
    Prefiro não falar mais nada… Isso está ficando deprimente e aqui não é lugar para esse tipo de discussão…

  • Maria Enedina Gomes de Souza wrote on 7 outubro, 2009, 17:02

    Cayton………….te dou o maior apoio. A UFRN é pública, portanto do povo, sua estrutura, inclusive os salários dos professores e estagiários é tudo pago com o dinheiro do povo. Tem que criticar SIM. Não fosse você um estudante ainda seria um cidadão que paga as contas…………
    portanto, não tá satisfeito BERRA. É mais do que direito é DEVER. Artistas censores, que não admitem liberdade de expressão? ninguem merece. Além disso um artista, até o mais conceituado no MUNDO, tem que estar preparado para críticas, principalmente sendo educador. E tem mais, se é frustração do Clayton eu não sei, não posso falar por ele. Mas pra mim é muito frustrante ver tantas coisas esquisitas. Tanto bla bla bla, quando se conhece a realidade nua e crua já é estranho…….agora não poder falar, fazer crítica é demais pra mim………..talvez seja porque sou da
    época da ditadura……….CRUZES. Prefiro não comentar. Só sei que é fato o que sempre digo: “em terra de cego quem DIZ que tem um olho é rei”
    ou ainda: “na terra do EGO, o maior sempre vence”. Votes. Pra lá. Maria Enedina Gomes de Souza – Estudante de Artes Visuais. (trancado por enquanto, mas já tô voltanto pra fazer coro com o Clayton, hahahaha).

  • Mariano wrote on 7 outubro, 2009, 17:18

    Enedina vc é maravilhosa… Faço minha as suas palavras. Aluno do curso de Artes Visuais.

  • Marjorie Simões wrote on 7 outubro, 2009, 19:56

    Ah meu Zeus, quanto bafáfá por pouca coisa.
    Primeiramente eu queria dizer que EXISTEM PESSOAS QUE FALAM E FAZEM!!!! Portanto, vamos parar com esse blá blá blá que sempre que há uma crítica, quem a fez só sabe falar e não age; que toda crítica é um reflexo de inveja e incompetência. A crítica, em especial a de Clayton Marinho (sim, ele existe! – aliás, que nível de desprezo para cogitar a possibilidade de que ele não existiria pelo comentário que fez… ) – que por sinal é a mesma de TANTOS outros alunos do DEART (sim, façam a tal pesquisa! Mas façam com todo mundo, não com elementos X, Y e Z) – é reflexo de um descontentamento, de uma decepção em relação a docência (em negrito), como aqui já foi dito. E eu, Marjorie Simões (ah, eu também existo!) sou totalmente a favor da liberdade de expressão. Ora vamos. Um site aberto, com possibilidades de comentários, e um assunto “pertinente”…? Tem mais é que falar MESMO!! Falar é só o reflexo, a expressão de um pensamento crítico FUNDAMENTADO (seja por leituras informacionais ou relação direta experencial) que ninguém pode impedir de termos. E outra, a PRÓPRIA UFRN incentiva (para não dizer obriga) a avaliação dos professores. Não rola polemizar citando a presença de calúnia, difamação e crime…século XXI, alôôô.
    Ah, só mais um detalhe… tecer um comentário valorativo baseado na quantidade de sites que rolam na internet sobre assunto X ou Y é muita ingenuidade. Os sites citados aqui foram criados pelo próprio e seguidores…então é muito suspeito se basear apenas nisso. (Não entendam mal, acho inteligentíssima tal estratégia de divulgação…mas como disse, qualquer um pode criar mil sites por dia, portanto, na próxima, cuidado com os argumentos).
    Concordo com Clayton em relação a Vicente Vitoriano. Indubitavelmente ele é “O” professor do DEART. E, assim como a banca, nós alunos também esperamos MUITO dos professores novos, por SIMPLES preocupação e apreço pelo curso que ESCOLHEMOS – e não tão facilmente iremos abandoná-lo, já que se trata do NOSSO FUTURO. Entretanto, é muito comum a decepção com as expectativas. Acima de tudo, as críticas dos alunos de Artes Visuais visam a melhoria dos professores refletindo no nosso curso e, consequentemente, nas nossas vidas acadêmicas.
    De qualquer forma, parabenizo o site pelas preocupações culturais que rondam nossa cidade e por permitir questionamentos. De fato o projeto do artista em questão está sendo bem reconhecido e é instigante para alguns.
    Creio apenas que não vale o esforço discutir sua arte porque não se agrada gregos e troianos. Se for pra levantar discussão, que seja algo relevante. Portanto, façam mais E FALEM MAIS também!!!!
    Besitos.

  • Jakeline wrote on 7 outubro, 2009, 21:13

    Também sou a favor da liberdade de expressão… e viva o fim da ditadura!!!!!!
    Porém sou mais a favor do diálogo… franco… aberto e construtivo…. A grande pergunta é: algum dos descontentes aí acima já procurou o professor ou os professores (já que lá só tem UM, segundo o Clayton) para manifestar seu descontentamento e “sugerir” mudança? Ou será que a “liberdade de expressão” de vocês se limita a uma nota na internet apenas… Vocês, como estudantes de artes e futuros professores que serão (pois é isso que serão futuramente… professores de arte..) tem o dever ético de conversar, dialogar… enfim… e deixar as críticas destrutivas de lado. Acho muito interessante o questionamento, fundamental para a livre expressão da arte, mas sobretudo sob o alicerce da razão. Vamos parar de ficar falando mal desses professores que estudaram muito e que já provaram que tem conhecimento de sobra prá muita gente…
    E se vocês porventura têm dificuldades na matéria ou com o professor, estudem mais e principalmente conversem com eles. Trancar disciplinas não é a solução. Falem de suas dificuldades. Professor não é senhor absoluto da verdade não. Apenas têm mais conhecimento que vocês e procuram passar isso… o que é louvável. Alguns alunos são mais perspicazes que outros, mais inteligentes ou mais esforçados talvez… outros, têm dificuldades… normal… ninguém irá criticá-los por isso. Daí que eu digo… vamos falar, mas de forma ética e correta… procurando seu professor. É o mais digno certamente e a maior prova de respeito que vocês podem dar a ele… e à instituição que escolheram para se formar e a vocês mesmos pois estão procurando através da crítica construtiva e aberta uma solução… Agora só uma coisa que eu não entendi, Maria… em nenhum momento eu vi algum professor se manifestar contrário à crítica do Clayton… pelo menos até agora… por isso prá mim teu discurso é vazio e sem subsistência nenhuma. E quanto a vc, Clayton, entendo sua crítica mas continuo a dizer… procure estes professores e converse… é o mais correto com vc e com eles, e seguramente não irá incorrer no risco de magoar pessoas que, mesmo que você não saiba, gostam muito de você e seguramente se esforçam para que amanhã você também seja um profissional de excelência….

  • viniciusdantas wrote on 7 outubro, 2009, 21:27

    :D . q coisa, n?

  • Leandro Garcia wrote on 8 outubro, 2009, 14:44

    Antes de qualquer coisa, eu também existo, hahahaha. Sou aluno de artes visuais, e passei aqui para parabenizar a Melina, que escreveu a matéria. Para decepção de muitos – NÃO tenho angustias sobre o curso, nem em relação aos professores. Acredito que a mudança parte de nós mesmos, e nenhum professor tem “varinha mágica” que passará conhecimento por osmose. Professores são mediadores de conhecimento, e até hoje, nenhum professor me deixou na mão, quando pergunto alguma coisa. Talvez vcs “angustiados” não estejam sabendo aproveitar mais os professores que tem.
    Ahhhhh, aproveitando que ja estou aqui – encontrei um conto bonitinho na net, que vale a pena postar:

    A Carroça Vazia

    Certa manhã o meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque.
    Deteve-se subitamente numa clareira e perguntou-me:
    - Além dos pássaros, ouves mais alguma coisa?
    Apurei os ouvidos e respondi:
    Estou a ouvir o barulho de uma carroça.
    - Isso mesmo, disse o meu pai, de uma carroça vazia.
    Perguntei-lhe:
    - Como sabe que está vazia, se ainda a não vimos?
    - Ora, é fácil! Quanto mais vazia está a carroça, maior é o barulho que faz.
    Cresci e hoje, já adulto, quando vejo uma pessoa a falar demais, aos gritos, tratando o próximo com absoluta falta de respeito, prepotente, interrompendo toda a gente, a querer demonstrar que só ele é dono da verdade, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai a dizer:
    - Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!

  • Debora wrote on 8 outubro, 2009, 20:32

    Sou aluna de Pedagogia e vendo estas discussões (caso sejam verdadeiras) peço que o professor Andruchak leia os seguintes livros que irão ajudar na sua prática pedagógica: DIDÁTICA de José Carlos Libâneo, A DIDÁTICA EM QUESTÃO de Vera Candaú e AVALIÇÃO MEDIADORA de Jussara Hoffmam. Um abração!

  • Alessandra Gomes wrote on 8 outubro, 2009, 20:42

    Oi como aluna de Teatro e conhecedora dessa bafafá estou pensando que nem o próprio Andruchak tem culpa e ele coitado… estar mas perdido que todos os outros. Agora sabem porque? Porque quando Andruchak chegou no departamento ele não teve tempo de conhecer seus alunos aos poucos e nem de respirar (segundo os alunos de Artes Visuais). Foi logo sufocado por X, Y e Z. Assim o professor não teve tempo de formar sua opinião, pois X, Y e Z foi aos poucos estigmatizando todos os alunos e outros do Deparatmaneto dizendo o que podia e o que não podia, dizendo o que era certo e o que era errado. Mas o pior vem agora: O professor ficou cego e se deixou acreditar por tudo que X, Y e Z dizia e hoje ele é um fantoche nas mãos dessa pessoa que não o deixa nem ele expressar suas próprias opiniões nas aulas, pois quem estar no comando é X, Y e Z.

  • Ana wrote on 9 outubro, 2009, 7:05

    Numa visão rápida, tenho a impressão que as duas últimas “comentaristas” não perceberam que o problema abrange mais do que um professor, mas sim a maioria dos professores do departamento. Apareceu numa crítica ao Andruchak simplesmente porquê sua arte está em evidência. E a Alessandra, atacar colegas que não gosta ofendendo a capacidade de professores é para mim não só deselegante como extremamente ofensivo. Vê-se que o problema está muito além dos professores, mas adentra muitos discentes incapazes de serem coerentes e terem bom senso.

  • Marjorie Simões wrote on 9 outubro, 2009, 11:15

    Não Leandro. Ao que me recordo, você não pagou nenhuma matéria que nós pagamos com ele – aliás, vc já pagou alguma matéria com ele?
    E falamos sim! Por que nós vivemos experiências que nos deram embasamento para tais argumentos – então, sem essa de carroça vazia e barulho demasiado. Exatamente por termos um nível de pensamento crítico (logo, muito conteúdo) que nós somos capazes de levantar tais pontos. Exatamente por nosso curso ser uma Licenciatura nós somos capazes de ver determinadas falhas na docência. Se você não está angustiado, ótimo! Que bom meu amigo, sempre desejo o melhor a você. Mas também não vale dizer que quem está não corre atrás por fora….o que acontece é o contrário, tais pessoas correm muito por fora sim! E cansam por isso também. Não queremos tudo em uma bandeija. O que reclamamos é a ausência de pontos básicos: orientação, presença!
    E Jakeline, sou totalmente a favor do papo aberto com o próprio professor. Concordo plenamente com isso – e creio que em breve isto irá acontecer. Porém, acredite, nós já tentamos puxar essa conversa sutilmente e não fomos ouvidos. Logo, não, nossa defesa de liberdade de expressão não é mera nota de internet…
    Besitos.

  • Leandro Garcia wrote on 9 outubro, 2009, 16:34

    Marjorie, sinceramente se vcs tivessem algum senso crítico para levantar pontos, capacidade argumentativa e tanto embazamento didático, vcs ja teriam conversado diretamente com Andruchak a muito tempo. E não ficariam nessa palhaçada, que acabei entrando de gaiato pq não sou a favor desse tipo de coisa. Quando alguma coisa não esta dando certo, conversem com Everardo que é coordenador do curso, que ele sempre da seus pulos para solucionar. Ops, é verdade Everardo também não é professor não verdade, Clayton?
    Agora sobre disciplinas com Andruchak, estou fazendo fotografia com ele. Por enquanto, não tenho o que falar, o cara ta fazendo o papel dele, mas ele tem até o final do semestre para me deixar “angustiado” e revoltado como vcs. Se isso acontecer venho aqui e deposito minhas lamúrias no “confessionário” ahuahauhauahuahuhuahau… 

    Ahhh, Marjorie sobre a histórinha da carroça, eu só disse que era uma história bonitinha que eu queria compartilhar. Vc ja conhecia?

  • Josenildo wrote on 9 outubro, 2009, 20:04

    Até agora ainda estou assustado com essa blá blá blá, simplesmente porque foi dito que Andruchak não era um bom professor. E isso é pra chorar? Não. Apenas o docente deve (como um bom educador) conversar com a turma e reavaliar a sua prática pedagógica! O que é muito natural no processo de ensino e aprendizagem.

  • Leandro Garcia wrote on 9 outubro, 2009, 20:22

    Seria de bom tom os alunos também reavalirem sua forma de comunicar seu descontentamento aos docentes. Uma boa conversa “face to face” é uma prática social muito natural.

  • luiz wrote on 9 outubro, 2009, 22:31

    Gosto de Andruchak. Acho um bom professor e todas as vezes que precisei sempre se mostrou pronto para me ajudar.Portanto concordo com o Leandro que os “descontentes” precisam procurar o professor ou talvez estudar mais sempre ajuda.

  • Marjorie Simões wrote on 9 outubro, 2009, 23:58

    Leandro, por certo vc não leu o que comentei por último até o final pra tentar definir o nível do nosso senso crítico….
    E não discordo que este não seja o melhor meio para levantar tal discussão. Mas é inegável a eficiência do mesmo.
    Dito isto, e evitando mais delongas possíveis que poderia responder, me retiro deste blábláblá por que já fiz minha parte.
    Besitos.

  • Andréa wrote on 10 outubro, 2009, 0:24

    É de ficar pasma!
    Achar que é eficiente usar da web para falar mal do professor colocando nele a culpa de sua inércia junto aos problemas que julga ter o professor em sua didádica, e mais que “fez a sua parte”!!!!!!!! Que parte? Falar publicamente que o professor Andruchak não sabe dar aula?
    Pois não concordo, gosto de suas aulas sim, por vezes tenho dúvidas claro, mas sempre foram sanadas de forma muito satisfatória por ele, portanto concordo com os colegas que sugerem para alguns estudarem mais, afinal não estamos mais no segundo grau!
    Estou chocada com tudo o que vi aqui!!!
    Acho que o Professor Andruchak merece mais respeito, pelo profissional que é, pela instituição a que pertence e por tudo o que já fez.

  • Joana D'arc wrote on 10 outubro, 2009, 15:46

    É ridículo certos comentários de pessoas que não conhecem metade dos problemas que passamos no curso que estamos – ARTES VISUAIS. Não temos que achar o Departamento perfeito e muito menos os professores que o compõe. Praticamente todos professores por que passei, não me deram um boa impressão em relação à sua metodologia e didática em sala de aula. Entrei no curso em 2007 e isto continua acontecendo. Tenho que me contentar em todo semestre frustar minhas expectativas? Esperando sempre que a próxima disciplina a pagar com tal professor seja melhor das que eu já passei, que eu consiga apreender alguma coisa de fato e não migalhas???? Por isso estou atrás de outras coisas por fora, de outras maneiras de apreender porque se esperar pelo Departamento não aprenderei quase nada que me sirva. Eu tenho culpa? Eu entrei na UNIVERSIDADE a fim de aprender muiiitaaasss coisas. Se for pra apreender sozinha eu nem teria feito vestibular…ficaria em casa estudando. PELO AMOR DE DEUS né?! Os professores estão ali pra ensinar e nós pra aprender, é a função deles.
    E outra coisa…TENTAMOS CONVERSAR SIM COM OS PROFESSORES, MAS EM SUA MAIORIA, NÃO NOS ESCUTAM.
    EXPERIÊNCIA PRÓPRIA. ENTÃO NÃO FALEM O QUE NÃO SABEM, POR FAVOR.
    É isto.
    Bjinhos

  • Joana D'arc wrote on 10 outubro, 2009, 15:48

    Sim…mas tudo irá se resolver. Finalmente.

    Como tudo na vida, têm-se o lado bom e o lado ruim…E o lado bom de todo esse blá blá blá é que conseguimos o que vínhamos tentando até agora e como já disse, tudo está se esclarecendo.

    É isto.
    Bjinhos

  • Beto Leite wrote on 11 outubro, 2009, 11:01

    mas e oq vcs acharam da matéria?

  • Joana D'arc wrote on 11 outubro, 2009, 17:22

    Em relação à matéria eu adorei o seu jeito de escrever Melina, muito claro e desperta a curiosidade, a vontade de ler. Parabéns.
    É muito importante que pessoas tomem a iniciativa de levar a arte para além da instituição, dos livros, etc. É instigante para os alunos, pelo menos eu acho, ver iniciativas como essa, ainda mais tomada por um professor. Como não estamos muito acostumados com tal atitude, ver Andruchak tomando esta chamou bastante a atenção de todos. Dou o maior apoio pra continuidade desse trabalho que é muito legal e está se expandindo pra todo o Brasil e isto era mesmo uma das intenções do Projeto Arte Brasil, só não pensávamos que iria acontecer tão rápido.
    Enfim, que mais projetos como este aconteçam por iniciativa dos professores, educadores, artistas, principalmente para que nós alunos possamos enxergar que ainda podemos ter expectativas de vivências maravilhosas dentro da Academia.
    É isto. Bjinhos

  • Laura (Artes-Teatro) wrote on 13 outubro, 2009, 22:19

    Docente
    adj. e s.m. e s.f. Que ou quem ministra ensinamentos. // Corpo docente ou os docentes, o conjunto de professores, dos mestres.

    Professor
    s.m. O que ensina; mestre: a escola tem bons professores. // Professor assistente, membro do ensino superior que organiza os trabalhos práticos e colabora nas pesquisas. / Fig. Pessoa versada em belas-artes. / Pessoa que professa em público a verdade de uma religião. / Pessoa que exerce alguma arte liberal. // Professor catedrático, o que conquista a cátedra em concurso de títulos e provas. Ensino
    s.m. Ação, arte de ensinar, de transmitir conhecimentos. / Orientação no sentido de modificar o comportamento da pessoa humana. / Instrução. / Orientação. / Educação. /Atividade de magistério. / Cada um dos graus da organização escolar: ensino de 1.&186; grau, ensino de 2.&186; grau. / Adestramento. / Castigo. // Ensino de 1.&186; grau, aquele em que se inicia a alfabetização e, ao longo de oito anos, ministra os primeiros conhecimentos de linguagem, matemática, ciências, história, geografia e de línguas estrangeiras. (Compreende o antigo curso primário e o antigo curso ginasial.) // Ensino de 2.&186; grau, aquele em que se desenvolve o estudo de humanidades iniciado nos quatro últimos anos do ensino de 1.&186; grau, e paralelamente a formação profissional de técnicos de nível médio. // Ensino superior, ensino que, a cargo de universidades ou faculdades ou institutos, é destinado ao aprofundamento dos estudos especiais, conferindo título universitário nas chamadas profissões liberais. // Ensino técnico, o que ministra conhecimentos necessários à prática no comércio, na indústria, no artesanato etc. Arte
    s.f. Maneira de fazer uma coisa segundo as regras: arte militar, oratória, dramática. / Modo pelo qual se obtém êxito; habilidade: a arte de agradar, de comover. / Expressão de um ideal de beleza nas obras humanas: obra de arte. / Conjunto das obras artísticas de um país, de uma época: a arte italiana. / Bras. Travessura, traquinada. // Arte pop, ver POP ART. Artista
    s.m. e s.f. Pessoa que exerce uma das belas-artes. / Pessoa que exerce um ofício com gosto. / Pessoa que interpreta uma obra musical, teatral, cinematográfica, coreográfica. / Fam. Artificioso, manhoso, arteiro. / Pop. Operário, artífice. http://www.dicionariodoaurelio.com

    Se remontarmos a História da Humanidade e mapearmos as estruturas de ensino e os moldes de como acontecia e acontece a Educação, verificaremos que o formato atual é de todos o que mais nos separa da idéia de convivência entre “Os Mestres e os Discípulos”. Para uns isso é interessante de se viver, para outros não.
    O importante é não nos precipitarmos em definir ou “pré-conceituar” pessoas/projetos/idéias… Ter opiniões é saudável e viver a liberdade de expressão mais ainda, porém a maturidade e prudência devem nos auxiliar no registro de tais pensamentos. É interessante sondar,averiguar,confirmar certas informações/dados antes de defendê-los com tanta veemência…

    Sobre o texto da matéria, sinto que é bem atual e poético. Parabéns Melina!

  • Júlio wrote on 15 outubro, 2009, 7:36

    As pinturas de Andruchak são impressionantes. Realmente nos fazem parar para ver aquela composição estilizada e sempre muito bem produzida. Com um estilo bem particular, têm a mesma linha hipnotizante dos grandes nomes da arte. E é professor na UFRN !? Passei a admirá-lo ainda mais. A matéria é de alta relevância para a nossa cultura brasileira. Parabéns à revista eletrônica e à repórter Melina.

  • Equipe Catorze wrote on 18 outubro, 2009, 11:01

    Não toleramos qualquer tipo de comentário ofensivo, principalmente de autores anônimos. Quer criticar? Por favor, identifique-se e faça com polidez e bom senso, como estava sendo feito desde então.

    Posts ofensivos de autores anônimos serão sumariamente deletados. Não adianta chorar.

  • Sofia wrote on 19 outubro, 2009, 20:49

    Incrível o que uma cabeça confusa e uma língua mal afiada não faz… Corcordo com todos aqueles que disseram que há tons e tons para criticar alguém, principalmente se é um professor seu. Clayton, você já tem idade e “experiência” acadêmica suficiente para se expressar melhor, ou pelo menos deveria ter. Quem faz a faculdade é o aluno: você não fez a tua, não por falta de professores, admita. Se você tivesse o mínimo auto-controle, e você não tem, teria poupado todos os alunos da UFRN dessa “papelão” e teria evitado que muitos colegas “tomassem partido” de uma causa que deve ficar entre as paredes do DEART.
    Marjorie disse bem: não se agrada a gregos e romanos. Mas ninguém precisa ficar escutando opiniões mil e reclamações do jeito que está aqui! Besitos

  • Ana Luiza wrote on 2 novembro, 2009, 11:43

    Nossa, quanto aluno mal educado. Não tem outro lugar para discutir assuntos de sala de aula? Se bem que pela data das postagens esse assunto já resolvido. Mas a arte de Andruchak continua se espalhando. Estive na cidade de Pureza este final de semana e para minha surpresa encontrei mais um mural de Andruchak construído lá na fonte da cidade. Ficou incrível Andruchak! Melina, ótima sua matéria.

  • Sérgio Luiz wrote on 9 novembro, 2009, 3:43

    Andruchak está renovando a arte em Natal. Já fazia um bom tempo que não se ouvia falar de muralismo no brasil. Não estou falando da arte do grafiti que é um segmento particular da arte e muito interessante, diga-se de passagem (quando bem executada). Estou falando daquele muralismo de Portinari lá por volta de 1936 em São Paulo e que ganhou pontos e referência no país todo. E aí podemos incluir alguns locais: em Salvador com Carybé, Jenner Augusto, Mário Cravo e Carlos Magano; em Curitiba Poty; no Rio de Janeiro e Recife, Francisco Brennand. Podemos lembrar ainda Ivan Freitas, Cláudio Tozzi, Tomie Ohtake, Athos bulcão e Siron Franco. Não que todos fossem muralistas, mas mostraram alguma coisa a respeito e que merece destaque. Aqui em Natal, não podemos esquecer do nosso querido Dorian Gray Caldas que não é exatamente um muralista, mas que também se aventurou em algumas obras de respeito, como o mural do Aeroporto Augusto Severo. Voltando ao Professor Andruchak, seu trabalho é nitidamente de um mestre, não precisa ser especialista para notar. Sua arte, que tem sido feito em vários estados, está valorizando nossa cidade. Sem dúvida merece nosso agradecimento e admiração. Até pelo fato de estar retomando a arte muralista no país. Espero que mais artistas copiem a atitude. Parabéns ao Andruchak e parabéns aos alunos que o ajudam neste trabalho de ouro.

  • Raphael Lima Silva wrote on 9 dezembro, 2009, 18:22

    Não sou nem de longe aluno do DEART – faço Geografia na federal. Então minha contribuição aqui não é opinar a respeito do professor, muito menos questionar a qualidade do curso, ou do corpo docente.

    Mas o que eu estou vendo nesta discussão é que aqueles que defendem o professor Andruchak estão somente se sentindo mordidos pelas críticas. Qual o problema em criticar docência? Não vejo como isso possa ser difamação, calúnia ou ofensa.

    Eu sinceramente lembrei daqueles fãs de superbandas comerciais.. Quando eles ouvem uma crítica bem construída a respeito de seu objeto de adoração, respondem sem racionalidade, mas com emoção. As críticas aqui a respeito da docência do professor Andruchak foram racionais, e em nenhum momento eu li críticas sobre sua Arte ou seu caráter.

    E para mim, argumento de “quem faz a universidade é o aluno” é apenas uma meia verdade, então eu não concordo com isto. relação aluno-professor é uma relação dialética, onde um se constrói em função do outro. Não há aluno sem docência, não há docência sem aluno. E se o aluno está correndo atrás de aprender, ou de tentar conversar com os professores (como foi aqui dito), então ele está fazendo sua parte. Este tipo de aluno “insatisfeito” tem todo o direito de tecer críticas racionais com estas que foram feitas. Quem se incomoda com elas, aprendam a devolver na mesma moeda. 

    E outra coisa, aluno acomodado com a excelência de um professor é tão incompleto quanto um aluno acomodado por completo. A crítica é o que leva a construção do conhecimento, seja ele científico ou artístico (não tem nada a ver com inveja, como foi dito anteriormente).

    Infelizmente cheguei atrasado na discussão.. Espero que ela continue.

  • Jakeline wrote on 21 dezembro, 2009, 18:38

    Caro Raphael, você tem toda a razão, o diálogo e a expressão é a melhor maneira para fazer com que as coisas funcionem. Aluno participativo é aquele que ajuda no crescimento de sua instituição pois está ligado diretamente ao seu crescimento. Quanto à discussão, ela continua, só que agora no local correto e com a participação de todos. Foi criado um fórum para os alunos das disciplinas a fim de haver continuamente (a comunicação entre ALUNO e PROFESSOR) pois (comunicação entre ALUNO e ALGUÉM que porventura estiver navegando naquela página) não resolve o problema quando ele existe. Se por acaso não funcionar, já estão todos aconselhados a voltar aqui para reclamar.
    Mas seu comentário foi muito pertinente. E o que você achou da matéria?

  • Janete Anchieta wrote on 27 fevereiro, 2010, 1:51

    Fiquei emocionada! Eu explico… há alguns anos conheci a bela obra de Andruchak e me apaixonei. Depois vi uma de suas telas onde eu jamais imaginaria: na sala da administração da estação trens em Milão. De lá para cá gosto de procurar seus novos trabalhos pela web, sempre com admiráveis surpresas aparecendo aqui, ali e acolá. Agora vejo esta matéria e uma discussão, pelo jeito resolvida, mas que me faz lembrar que Andruchak está aqui e que é possível ter acesso a ele. E na universidade!!! Parece meio bobo, mas é incrível como alguns aí (e está claro que são apenas alguns) não perceberam quem é o cara e a oportunidade que estão deixando passar por entre os dedos. Talvez se apercebam disso quando for meio tarde e seu contato com ele só será fácil através das páginas dos livros de arte, como tantos outros mestres que conhecemos na história da arte. E isso vai acontecer. Já deve estar acontecendo… Pensem nisso!

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