- segunda-feira, fevereiro 8, 2010, 15:51
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Saltou da cama, temendo chegar atrasada. Era o dia do seu casamento! Ah, esse dia jamais será esquecido! A felicidade, assim como a tristeza, tem cheiro de fruta doce, pensou inspirando o suave odor do ar. Correu até o velho baú e retirou, com cuidado, seu velho vestido de noiva. Vestiu-se com dificuldade. O seu corpo agitava-se num vai e vem frenético.
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- segunda-feira, fevereiro 8, 2010, 15:47
- Contos
Por Cefas Carvalho
O bicho, enorme, asqueroso, entre o preto e o marrom, passeava pela casa, imponente, como se fosse seu dono. Para não confessar a minha filha o medo que tenho de ...
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- segunda-feira, fevereiro 8, 2010, 15:44
- Contos
O desespero é uma das partes. O tremor nas mãos um dos indÃcios para a realização. A falta de ar é o seu ganho, o seu preço, a sua conquista. Estamos todos partindo de um mesmo ponto, a largada para o final. Creio que só minha cabeça está tonta. Vamos num conjunto, as mãos atadas, eu não olho, eu não olho quem está do meu ...
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- segunda-feira, fevereiro 8, 2010, 15:42
- Contos
Eu sou o autômato mais antigo. Pertenço à quela geração em que, pela primeira vez, foram testados os chips que lançavam impulsos emocionais aos cérebros mecânicos. Por um bom tempo, fomos muito úteis e até indispensáveis para a maioria dos seres humanos. No entanto, como nossas respostas não podiam ser previamente programadas, tornamo-nos um tanto quanto perigosos, e fomos substituÃdos por novas gerações, batizadas de “COLD ...
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- segunda-feira, fevereiro 8, 2010, 15:38
- Contos
O ano eu não saberia precisar, mas esse episódio se passou no fim dos anos 80. O cenário é uma enorme sala de reuniões de um grande estúdio estadosunidense. Em uma extensa mesa se enfileiravam duas dezenas de executivos e em uma das cabeceiras estava o chefe, Senhor O’Neall, experiente diretor geral que atuava a mais de 3 décadas em produções para o cinema e ...
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